O estudo de imagens de ressonância magnética funcional utiliza um
íman para recolher sinais procedentes do sangue oxigenado e pode mostrar a actividade cerebral mediante aumentos no fluxo
de sangue local. O ultra-som Doppler Duplex e a arteriografia são duas técnicas de imagens de diagnóstico utilizadas para
decidir se uma pessoa beneficiaria de um procedimento cirúrgico chamado endarterectomía carótida.
Esta cirurgia se utiliza para eliminar depósitos gordurosos das artérias
carótidas e pode ajudar a evitar um AVC (VOU TRATAR NA PARTE CIRURGICA MUITO BREVEMENTE DADA A COMPLEXIDADE E TECNICIDADE
QUE SÓ TEM INTERESSE AOS COLEGAS E ESSA É FEITA NOS CONGRESSOS DA ESPECIALIDADE).
O ultra-som
Doppler é uma prova não invasiva, que não produz dor, em que se enviam ao pescoço ondas sonoras acima da gama que permite
escutar o ouvido humano. Os ecos do sangue em movimento e do tecido na artéria podem converter-se numa imagem. O ultra-som
é rápido, sem dor, livre de risco e relativamente pouco custoso em comparação com a angiografia de ressonância magnética e
a arteriografia. Mas o ultra-som não se considera tão exacto como a arteriografia. A arteriografia é uma radiografia da artéria
carótida tomada quando se injecta na artéria, uma tinta (prefiro usar esse nome que contraste para compreensão) especial.
O procedimento tem o seu próprio risco ainda
que pequeno, que é o de ocasionar um AVC (CUIDADO DE NOVO NESTE PONTO) e é custoso de realizar. Os benefícios da arteriografia
em comparação às técnicas de ressonância magnética e ao ultra-som são os de que é muito confiável e ainda segue sendo a melhor
forma de medir a estenose das artérias carótidas. Mesmo assim, estão-se fazendo avanços significativos cada dia relacionados
com as técnicas de imagens não invasivas, tais como as imagens de ressonância magnética funcional (DESENVOLVEREI NA ÁREA CIRÚRGICA).